Lançado em 2000, o primeiro álbum de Killswitch Engage foi simplesmente entitulado com o próprio nome da banda americana de metalcore.
De toda a discografia, este álbum apresenta o estilo mais único, devido ao uso dos vocais grossos de Jesse Leach, estes que ficariam mais limpos com o passar do tempo. Também possui músicas que foram refeitas para álbuns futuros: "Temple From The Within", "Vide Infra", e outras.
Tracklist
"Temple From The Within" - 4:07
"Vide Infra" - 3:32
"Irreversal" - 4:17
"Rusted Embrace" - 4:29
"Prelude" - 1:55
"Soilborn" - 3:29
"Numb Sickened Eyes" - 3:38
"In The Unblind" - 2:57
"One Last Sunset" - 3:49
História
Killswitch Engage é a junção de ex-membros de duas bandas: Overcast e Aftershock. A união começou em 1998, quando Overcast decidiu terminar e seu baterista, Mike D'Antonio, começou um projeto com o guitarrista de Aftershock, Adam Dutkiewicz, após o término em 1999. Adam recrutou seu parceiro de guitarra Joel Stroetzel e o vocalista Jesse Leach, da banda Nothing Stays Gold.
A escolha do nome "Killswitch Engage" veio de um episódio da série Arquivo X (The X-Files), entitulado "Kill Switch".
Em 1999, a banda gravou 4 músicas, dentre elas "Soilborn", que foi tocada pela primeira vez durante uma abertura do show da banda In Flames em Novembro. O primeiro álbum foi então lançado no ano seguinte pela Ferret Music, com 9 faixas únicas e as 4 da demonstração de 1999.
Letras
As letras do álbum foram escritas por todos os integrantes da banda, com exceção de Jesse Leach, que entrou pouco tempo após a formação inicial.
Arte do álbum
A arte consiste em uma Madona (representação da Virgem Maria) com diversos elementos artísticos. Um fato interessante é que a capa foi feita pelo baixista da banda, originalmente com tons avermelhados e esverdeados, e no relançamento com cores frias.
Line-up e suporte adicional
Jesse Leach - Vocal
Adam Dutkiewicz - Bateria
Joel Stroetzel - Guitarra de ritmo, vocal secundário
Mike D'Antonio - Baixo
Adam Dutkiewicz - Produção
Alan Douches - Masterização
Mike D'Antonio - Arte da capa
Premiações e notas
- 3 estrelas (de 5) pela All Music;
- 2 estrelas (de 5) pela Classic Rock;
Relançamentos e versões
- Relançamento de 2000 (com músicas da demonstração) e 2005 pela Ferret Music;
- Relançamentos de 2005 e 2007 pela Roadrunner Records.
Review
O álbum utiliza o eu-lírico em sua forma pura, com letras que transmitem pensamentos do autor e melodias pesadas típicas do gênero. Mesmo com vocais não-limpos, dificultando um pouco o entendimento, as músicas fluem normalmente e os vocais secundários harmonizam a voz grossa de Jesse.
O álbum também possui um instrumental ("Prelude"), que dá entrada à "Soilborn". Esse instrumental é interessante, pois ao mesmo tempo que "corta" a sequência de vocal, mantém a energia e o ritmo do álbum.
A arte é moderna e conceitual. Ela se torna mais interessante ao saber que foi feita pelo baixista da banda, pois mostra um esforço coletivo na produção do álbum.
O único erro do álbum é desafinação em certos trechos de vocal. Jesse faz uma transição boa de um tom de voz fino para um grosso, porém algumas vezes não funciona, e isto só foi corrigido ao regravarem as músicas.
A nota para o álbum é 8/10.


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