Lançado em 1994, o álbum Lunar Strain foi o primeiro da banda de metal melódico In Flames. Subterranean, um EP lançado em 1995, foi integrado à Lunar Strain em um relançamento de 1999 pela gravadora Wrong Again Records.
Lunar Strain possui músicas escritas por Mikael Stanne, vocalista da banda Dark Tranquillity. Subterranean possui músicas escritas por Henke Forss, vocalista da banda Dawn.
Existem poucas diferenças entre os dois álbuns, no geral. Porém, o que chama a atenção são os vocalistas convidados: Stanne foi convidado em 1993 e participou pela última vez em 1994; Henke participou apenas em 1995; e o atual vocalista da banda, Anders Fridén, participou em uma faixa bônus de Subterranean. Além desses 3 ícones, outros artistas também contribuíram em outras músicas de Subterranean.
Tracklist - Lunar Strain
"Behind Space" - 4:55
"Lunar Strain" - 4:05
"Starforsaken" - 3:10
"Dreamscape" - 3:45
"Everlost (Part I)" - 4:17
"Everlost (Part II)" - 2:57
"Hårgalåten" - 2:26
"In Flames" - 5:33
"Upon An Oaken Throne" - 2:49
"Clad In Shadows" - 2:49
"In Flames" (1993 Promo Version) - 5:49
"Upon An Oaken Throne" (1993 Promo Version) - 3:05
"Acoustic Piece" (1993 Promo Version) - 0:38
"Clad In Shadows" (1993 Promo Version) - 2:47
Tracklist - Subterranean
"Stand Ablaze" - 4:33
"Everdying" - 4:23
"Subterranean" - 5:46
"Timeless" - 1:46
"Biosphere" - 5:07
"Dead Eternity" - 5:01
"The Inborn Lifeless" - 3:23
História
A história da banda começa em 1990. Inicialmente era um projeto extra de Jesper Strömblad, ex-baixista da banda Ceremonial Oath e atualmente ex-tecladista, ex-guitarrista e ex-baterista de In Flames. Com o intuito de produzir músicas voltadas ao estilo death metal melódico, ele acabou saindo de Ceremonial Oath e focando no projeto da banda In Flames, recrutando Glenn Ljurgström para guitarrista, Johann Larsson para baixista e Mikael Stanne para vocais em 1993. Como Stanne já participava de Dark Tranquillity como vocalista, foi convidado apenas para o álbum que seria produzido no Studio Fredman, ainda no mesmo ano: Lunar Strain.
Para divulgar a banda, seus membros tiveram de improvisar inicialmente, gravando apenas 4 músicas - "In Flames", "Upon An Oaken Throne", "Acoustic Piece" e "Clad In Shadows" - em fitas-cassete e distribuindo por si mesmos em Gotemburgo, na Suécia. Essas fitas são, atualmente, itens de colecionador e não foram relançadas posteriormente. Porém, as músicas foram incluídas em um dos relançamentos do álbum.
Em 1º de Abril de 1994, o álbum Lunar Strain foi lançado.
Ainda no mesmo ano, a banda já começara a produzir um EP entitulado Subterranean. Ainda sem vocalista, decidiram convidar Henke Forss, vocalista da banda Dawn, para produzir as 5 principais faixas do EP.
Em 15 de Junho de 1995, o EP Subterranean foi lançado.
Letras
Todas as letras de Lunar Strain foram escritas por Mikael Stanne, com melodias escritas por Jesper Strömblad e Glenn Ljungström.
Todas as letras de Subterranean foram escritas por Henke Forss.
Arte dos álbuns
A arte de Lunar Strain consiste em uma representação de amostra encapsulada (estilo DNA, em vermelho) da Lua, que está em evidência na parte inferior, com o planeta Terra parcialmente visível ao fundo.
A arte de Subterranean consiste em uma pequena garotinha escalando uma pilha de madeiras em chamas em um ambiente envolto pela escuridão.
Line-up e suporte adicional
Mikael Stanne - Vocal (Lunar Strain)
Henke Forss - Vocal (Subterranean)
Jesper Strömblad - Guitarra, Teclado, Bateria (Lunar Strain); Guitarra (Subterranean)
Glenn Ljurgström - Guitarra
Johann Larsson - Baixo
Carl Näslund - Guitarra (Lunar Strain)
Ylva Wåhlstedt - Violino e viola (Lunar Strain)
Jennica Johansson - Aparição vocal (Lunar Strain)
Oscar Dronjak - Aparição vocal (Lunar Strain); Segundo vocal ("Stand Ablaze")
Jocke Gothberg - Vocal ("Dead Eternity")
Per Gyllenbäck - Vocal ("The Inborn Lifeless")
Robert Dahne - Vocal ("Eye of the Beholder")
Anders Fridén - Vocal ("Murders in the Rue Morgue")
Daniel Erlandsson - Bateria ("Stand Ablaze", "Everdying", "Dead Eternity", "The Inborn Lifeless", "Eye of the Beholder" e "Murders in the Rue Morgue")
Anders Jivarp - Bateria ("Subterranean", "Timeless", "Biosphere")
H. Bjurkvist - Programação (Lunar Strain)
J. Karlsson - Programação (Lunar Strain)
Fredrik Nordström - Programação e mixagem (Lunar Strain); Programação (Subterranean)
Staffan Olofsson - Masterização (Subterranean)
Kenneth Johansson - Arte da capa e fotos
Dennis Jernberg - Layout (Subterranean)
Premiações e notas
- 3 estrelas (de 5) pela All Music (Lunar Strain);
- 3 estrelas (de 5) pela All Music (Subterranean).
Relançamentos e versões
- Lunar Strain e EP Subterranean relançados em um único álbum, em 1999, pela Wrong Again Records e Toy Factory (no Japão) sob o título "Lunar Strain - Subterranean";
- Relançamento de 2003 pela Regain Records com a ordem das faixas alterada;
- Relançamento de 2004 pela Regain Records, que incluía as faixas bônus "In Flames" (1993 Promo Version), "Upon An Oaken Throne" (1993 Promo Version), "Acoustic Piece" (1993 Promo Version) e "Clad In Shadows" (1993 Promo Version);
- Relançamento de 2005 pela Candlelight Records USA com o logo da banda na época (usado nos álbuns Reroute to Remain (2002) até Come Clarity (2006)).

Review
Enquanto Lunar Strain era como uma prévia ao que estava por vir na carreira de In Flames, o EP Subterranean já se torna mais difícil de ser analisado, pois possui mais participações de vocalistas e covers de outras bandas.
As letras de Lunar Strain e Subterranean refletem a essência do death metal melódico, que é o uso do eu-lírico em situações conceituais. O que difere é a maneira que foram utilizadas e o tom da voz. Mikael Stanne (Lunar Strain) possuía uma voz levemente mais fina que Henke Forss (Subterranean), e isso só é perceptível em certas músicas. Mesmo assim o estilo dos dois álbuns se manteve o mesmo, diferindo mais no aperfeiçoamento das melodias em Subterranean.
Os vocalistas convidados, como Jennica Johansson em "Everlost (Part II)", são o destaque dos dois álbuns. A mudança de voz entre as músicas quebra um pouco a repetição dos "rugidos" dos vocalistas principais, juntamente com as músicas instrumentais, e deixa os álbuns bem diversificados e completos.
A arte de Lunar Strain nada mais é que uma montagem com duas fotos e o desenho de uma amostra, em outras palavras, algo simples. Porém, para a época (anos 90) isso era algo difícil de se trabalhar, levando em conta os poucos recursos tecnológicos e até mesmo da banda.
Para Subterranean, foi feita uma arte à mão, e isso só é perceptível ao analisar o símbolo principal: A garotinha em chamas (seus cabelos são simples e pouco detalhados devido ao tamanho dela na imagem).
As duas capas são conceituais. Lunar Strain faz jus ao nome do álbum, enquanto Subterranean provavelmente remete ao mundo dos mortos (representado por rochedos e pessoas pecadoras) com um elemento que remete ao nome da banda (o fogo).
Ambas seguem um modelo de diagramação clássico, de long-plays de vinil. O logo clássico da banda era colocado no canto superior esquerdo, e o título no rodapé. Com a remasterização e relançamento, o logo clássico foi descartado e substituído, e as capas ficaram com um formato de CD, com o nome da banda e título centralizados.
As fontes são simples e se destacam na imagem, mesmo com efeito (no caso de Subterranean).
A nota para Lunar Strain é 10/10, pois mescla músicas de vocais masculinos e femininos com instrumentais, além de uma melodia típica da Suécia. É um álbum bem completo e recomendável para qualquer fã de death metal.
A nota para Subterranean é 10/10. Mesmo sendo um EP, possui o mesmo estilo de Lunar Strain mas com melodias aperfeiçoadas e covers de bandas importantes do gênero.
Premiações e notas
- 3 estrelas (de 5) pela All Music (Lunar Strain);
- 3 estrelas (de 5) pela All Music (Subterranean).
Relançamentos e versões
- Lunar Strain e EP Subterranean relançados em um único álbum, em 1999, pela Wrong Again Records e Toy Factory (no Japão) sob o título "Lunar Strain - Subterranean";
- Relançamento de 2003 pela Regain Records com a ordem das faixas alterada;
- Relançamento de 2004 pela Regain Records, que incluía as faixas bônus "In Flames" (1993 Promo Version), "Upon An Oaken Throne" (1993 Promo Version), "Acoustic Piece" (1993 Promo Version) e "Clad In Shadows" (1993 Promo Version);
- Relançamento de 2005 pela Candlelight Records USA com o logo da banda na época (usado nos álbuns Reroute to Remain (2002) até Come Clarity (2006)).

Review
Enquanto Lunar Strain era como uma prévia ao que estava por vir na carreira de In Flames, o EP Subterranean já se torna mais difícil de ser analisado, pois possui mais participações de vocalistas e covers de outras bandas.
As letras de Lunar Strain e Subterranean refletem a essência do death metal melódico, que é o uso do eu-lírico em situações conceituais. O que difere é a maneira que foram utilizadas e o tom da voz. Mikael Stanne (Lunar Strain) possuía uma voz levemente mais fina que Henke Forss (Subterranean), e isso só é perceptível em certas músicas. Mesmo assim o estilo dos dois álbuns se manteve o mesmo, diferindo mais no aperfeiçoamento das melodias em Subterranean.
Os vocalistas convidados, como Jennica Johansson em "Everlost (Part II)", são o destaque dos dois álbuns. A mudança de voz entre as músicas quebra um pouco a repetição dos "rugidos" dos vocalistas principais, juntamente com as músicas instrumentais, e deixa os álbuns bem diversificados e completos.
A arte de Lunar Strain nada mais é que uma montagem com duas fotos e o desenho de uma amostra, em outras palavras, algo simples. Porém, para a época (anos 90) isso era algo difícil de se trabalhar, levando em conta os poucos recursos tecnológicos e até mesmo da banda.
Para Subterranean, foi feita uma arte à mão, e isso só é perceptível ao analisar o símbolo principal: A garotinha em chamas (seus cabelos são simples e pouco detalhados devido ao tamanho dela na imagem).
As duas capas são conceituais. Lunar Strain faz jus ao nome do álbum, enquanto Subterranean provavelmente remete ao mundo dos mortos (representado por rochedos e pessoas pecadoras) com um elemento que remete ao nome da banda (o fogo).
Ambas seguem um modelo de diagramação clássico, de long-plays de vinil. O logo clássico da banda era colocado no canto superior esquerdo, e o título no rodapé. Com a remasterização e relançamento, o logo clássico foi descartado e substituído, e as capas ficaram com um formato de CD, com o nome da banda e título centralizados.
As fontes são simples e se destacam na imagem, mesmo com efeito (no caso de Subterranean).
A nota para Lunar Strain é 10/10, pois mescla músicas de vocais masculinos e femininos com instrumentais, além de uma melodia típica da Suécia. É um álbum bem completo e recomendável para qualquer fã de death metal.
A nota para Subterranean é 10/10. Mesmo sendo um EP, possui o mesmo estilo de Lunar Strain mas com melodias aperfeiçoadas e covers de bandas importantes do gênero.


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