Minecraft foi lançado originalmente para PC em 2009 (em sua fase Alpha) e depois em 2011 (completo). Ainda em 2011 foram lançadas as versões para Android e iOS, em 2012 foi lançada a versão de Xbox360, em 2013 a versão de PlayStation 3, e em 2014 as versões de Xbox One, PlayStation 4, PlayStation Vita e Windows Phone.
A empresa que desenvolveu o jogo, a Mojang, foi comprada em 2014 pela Microsoft e as versões de consoles são desenvolvidas pela 4J Studios.
O jogo é um sandbox com elementos survival, onde o jogador pode construir diversos tipos de moradias, santuários, estátuas etc. com o uso de diversos blocos. Também é possível usar alguns itens, se alimentar, caçar monstros e animais e muito mais. A câmera é em primeira pessoa, porém o jogador pode optar pela câmera em terceira pessoa vista por trás e pela frente.
Enredo
Minecraft não possui uma história ou objetivos específicos. O jogador é livre para fazer o que bem entender e quiser. Porém o jogo possui um final, que nada mais é que a tela de créditos.
O "fim" do jogo consiste em uma batalha com um poderoso dragão de outra dimensão, simplesmente chamada de "The End". Essa dimensão só pode ser acessada em um único local do mapa, requerindo alguns itens para sua entrada.
Ao entrar, o jogador deve destruir algumas fontes de energia do Ender Dragon, localizadas ao alto de construções feitas de obsidiana. Isso fará com que o mesmo enfraqueça, e que assim seja possível derrotá-lo.
Quando o dragão é derrotado, um portal para o mundo normal se abre, e nele está um Dragon Egg - a recompensa da batalha. Ao entrar pelo portal, a tela de créditos aparece.
Curiosidades
Minecraft, originalmente, escondia diversos segredos e rumores sobre um personagem conhecido apenas como "Herobrine". E pela sua natureza criativa, é possível construir criaturas com certos blocos, um deles sendo o mais poderoso do jogo inteiro: O "Wither".
Jogabilidade
O jogo combina a movimentação de FPS com a habilidade de escolher e utilizar itens através de uma barra com 9 espaços. Há também um sistema de experiência e customização do personagem, proveniente de RPGs.
No modo Survival, o jogador tem vida limitada e um indicador de fome. Quando esse indicador estiver baixo, a regeneração de vida ficará desabilitada e, caso o indicador esteja completamente vazio, o jogador começará a perder vida. Também é possível perder vida ao comer carne podre, ser envenenado, ou se afogar.
No modo Creative, o jogador é livre de todos os indicadores e, juntamente com a habilidade de voar, pode também nadar em lava ou ficar embaixo d'água por quanto tempo quiser. Também possui a habilidade de destruir qualquer coisa com um golpe, e seus recursos são infinitos.
Gráficos
Minecraft utiliza a linguagem Javascript para o processamento de dados e texturas.
As texturas são primitivas e se assemelham à jogos clássicos. Porém, elas podem ser alteradas com o uso de mods (PC) ou a aquisição de Texture Packs disponibilizados pela Mojang.
Os efeitos de iluminação são bons, e isso é perceptível em cenários como cavernas ou Dungeons. É possível ficar no meio da completa escuridão, mas também é possível ver uma luz vindo de outro ambiente e iluminando o no qual o jogador se situa.
Existem diversos meios de iluminação, sendo o mais comum as tochas. Porém a iluminação "natural" também ganha um destaque, com o sol iluminando de forma similar à vida real em diferentes horários dentro do jogo, e a lua refletindo os raios solares. Há também um filtro levemente escuro para dias chuvosos.
O processamento de dados é simples, carregando todos os blocos de determinada área no qual o jogador se localiza. Às vezes, ao mover-se para outra área muito rapidamente, uma parte do mundo não carrega ou é carregado apenas o subsolo, até a renderização ocorrer e todos os blocos da superfície serem carregados.
Basicamente, Minecraft é um jogo de pixels, porém com um ótimo processamento e renderização que pode ser ajustada (PC).
Achievements
A construção de itens ou realização de determinadas tarefas garantem ao jogador diversos Achievements, em todas as plataformas. Eles variam desde ações básicas, como abrir o inventário, até as mais complicadas, como a obtenção de diamantes.
Apesar do número de Achievements ser grande, o jogador não é recompensado de nenhuma outra forma ao obtê-los pelo fato de não existir conteúdos extras.
Multiplayer
A função Multiplayer de Minecraft é voltada à cooperatividade. Há uma opção de Player vs Player, porém isso não acrescenta algo aos jogadores.
É possível jogar em tela dividida (Splitscreen) nos consoles, ou Online. Ao jogar Online, o mundo do host será carregado.
Ambos os modos (Survival e Creative) suportam o Multiplayer, porém é possível presenciar quedas de frames caso os jogadores façam muitas construções detalhadas ou utilizem muitos itens que não sejam blocos (como Spawn Eggs).
Caso o jogador esteja ouvindo música do HD do console, ao entrar no modo Online ou ter um amigo entrando no mundo, a música será interrompida e apenas as músicas originais tocarão.
Review/Minha experiência com o jogo
Em 2012 descobri a existência de Minecraft, pois foi a época em que o jogo ganhou uma certa atenção da mídia. A partir deste ano até 2013, tive a oportunidade de jogar a versão PC, porém crackeada.
Fui convidado para jogar em um mundo de um amigo. Porém não estávamos sós: Através do Hamachi, mais dois amigos se juntaram e, assim, começamos a construir um super castelo e um complexo subterrâneo, além de pixel arts e diversas arenas de desafios.
O tempo passou, e devido à pouca disponibilidade dos meus amigos e problemas de internet com alguns deles, o mundo ficou abandonado.
Em 2014, esse mesmo amigo que me convidou para seu mundo no PC acabou me convidando novamente, porém no PlayStation 3. Devido aos nossos horários nunca coincidirem, decidi aprender a jogar sozinho, e foi aí que o jogo se tornou um vício.
Eu já sabia como os modos funcionavam, e como no PC eu simplesmente não conseguia sobreviver (obviamente no modo Survival), decidi me desafiar no console. Mesmo com uma dificuldade baixa, eu estava achando divertido toda a liberdade dada para construir, destruir, matar... Foi algo totalmente fora do padrão dos jogos que havia jogado até então.
Durante um tempo, fiquei construindo meu próprio mundo. Nunca pedi ajuda a nenhum amigo que entrava, e pelo contrário, eu dava a total liberdade de construir o que quisesse utilizando os recursos que havia reservado para dividir.
Até hoje não sei por que motivo nenhum desses meus amigos quis fazer o que eu falei para fazerem: Serem livres. Todos ficavam me seguindo em todo canto que eu ia, e mesmo sendo incômodo, ajudavam em algumas horas quebrando blocos e iluminando caminhos. De qualquer forma, toda a parte de construção foi feita por mim.
Para dar um toque de motivação, coloquei diversas músicas de bandas que gosto no HD do meu PS3. Montei playlists diversas para vários estados de humor, e isso me prendia ainda mais ao jogo. Cheguei a recusar convites para outros jogos para, simplesmente, quebrar blocos e levantar um reino.
Porém eu sempre deixei a opção de modo Online habilitada, e toda vez que alguém entrava no meu mundo, eu não sabia se me sentia feliz por ter um parceiro pra alguma coisa, ou se ficava irritado pelo fato da música ter parado.
A platina, depois de todo o trabalho organizando o mundo por meses, foi rápida. Eu senti que mais ajudei os outros a conquistarem suas próprias platinas, mas isso não importava: Eu estava orgulhoso de toda a criatividade colocada nas construções.
Minha nota para o jogo é 9,5/10.
O motivo de não ter ganho meu 10 foi pela existência de diversos bugs. Alguns envolvem blocos, outros envolvem spawns de monstros e animais (principalmente o cavalo), e há também o fator da física bizarra: Desde quando um bloco (tipo de árvore/madeira) pode flutuar?
Tirando isso, não me incomodo com os gráficos serem pixel-like ou o jogo ser destinado ao público infantil. Minecraft é um jogo de passatempo, e um espaço onde posso colocar toda minha criatividade de forma livre e prática, enquanto ouço minhas músicas favoritas e mato alguns monstros estranhos.
Eu recomendo, em especial, para quem gosta do ramo artístico. A criação de construções ou pixel-arts é um exercício para qualquer um que goste de pensar em detalhes.
A empresa que desenvolveu o jogo, a Mojang, foi comprada em 2014 pela Microsoft e as versões de consoles são desenvolvidas pela 4J Studios.
O jogo é um sandbox com elementos survival, onde o jogador pode construir diversos tipos de moradias, santuários, estátuas etc. com o uso de diversos blocos. Também é possível usar alguns itens, se alimentar, caçar monstros e animais e muito mais. A câmera é em primeira pessoa, porém o jogador pode optar pela câmera em terceira pessoa vista por trás e pela frente.
Enredo
Minecraft não possui uma história ou objetivos específicos. O jogador é livre para fazer o que bem entender e quiser. Porém o jogo possui um final, que nada mais é que a tela de créditos.
O "fim" do jogo consiste em uma batalha com um poderoso dragão de outra dimensão, simplesmente chamada de "The End". Essa dimensão só pode ser acessada em um único local do mapa, requerindo alguns itens para sua entrada.
Ao entrar, o jogador deve destruir algumas fontes de energia do Ender Dragon, localizadas ao alto de construções feitas de obsidiana. Isso fará com que o mesmo enfraqueça, e que assim seja possível derrotá-lo.
Quando o dragão é derrotado, um portal para o mundo normal se abre, e nele está um Dragon Egg - a recompensa da batalha. Ao entrar pelo portal, a tela de créditos aparece.
Curiosidades
Minecraft, originalmente, escondia diversos segredos e rumores sobre um personagem conhecido apenas como "Herobrine". E pela sua natureza criativa, é possível construir criaturas com certos blocos, um deles sendo o mais poderoso do jogo inteiro: O "Wither".
Jogabilidade
O jogo combina a movimentação de FPS com a habilidade de escolher e utilizar itens através de uma barra com 9 espaços. Há também um sistema de experiência e customização do personagem, proveniente de RPGs.
No modo Survival, o jogador tem vida limitada e um indicador de fome. Quando esse indicador estiver baixo, a regeneração de vida ficará desabilitada e, caso o indicador esteja completamente vazio, o jogador começará a perder vida. Também é possível perder vida ao comer carne podre, ser envenenado, ou se afogar.
No modo Creative, o jogador é livre de todos os indicadores e, juntamente com a habilidade de voar, pode também nadar em lava ou ficar embaixo d'água por quanto tempo quiser. Também possui a habilidade de destruir qualquer coisa com um golpe, e seus recursos são infinitos.
Gráficos
Minecraft utiliza a linguagem Javascript para o processamento de dados e texturas.
As texturas são primitivas e se assemelham à jogos clássicos. Porém, elas podem ser alteradas com o uso de mods (PC) ou a aquisição de Texture Packs disponibilizados pela Mojang.
Os efeitos de iluminação são bons, e isso é perceptível em cenários como cavernas ou Dungeons. É possível ficar no meio da completa escuridão, mas também é possível ver uma luz vindo de outro ambiente e iluminando o no qual o jogador se situa.
Existem diversos meios de iluminação, sendo o mais comum as tochas. Porém a iluminação "natural" também ganha um destaque, com o sol iluminando de forma similar à vida real em diferentes horários dentro do jogo, e a lua refletindo os raios solares. Há também um filtro levemente escuro para dias chuvosos.
O processamento de dados é simples, carregando todos os blocos de determinada área no qual o jogador se localiza. Às vezes, ao mover-se para outra área muito rapidamente, uma parte do mundo não carrega ou é carregado apenas o subsolo, até a renderização ocorrer e todos os blocos da superfície serem carregados.
Basicamente, Minecraft é um jogo de pixels, porém com um ótimo processamento e renderização que pode ser ajustada (PC).
Achievements
A construção de itens ou realização de determinadas tarefas garantem ao jogador diversos Achievements, em todas as plataformas. Eles variam desde ações básicas, como abrir o inventário, até as mais complicadas, como a obtenção de diamantes.
Apesar do número de Achievements ser grande, o jogador não é recompensado de nenhuma outra forma ao obtê-los pelo fato de não existir conteúdos extras.
Multiplayer
A função Multiplayer de Minecraft é voltada à cooperatividade. Há uma opção de Player vs Player, porém isso não acrescenta algo aos jogadores.
É possível jogar em tela dividida (Splitscreen) nos consoles, ou Online. Ao jogar Online, o mundo do host será carregado.
Ambos os modos (Survival e Creative) suportam o Multiplayer, porém é possível presenciar quedas de frames caso os jogadores façam muitas construções detalhadas ou utilizem muitos itens que não sejam blocos (como Spawn Eggs).
Caso o jogador esteja ouvindo música do HD do console, ao entrar no modo Online ou ter um amigo entrando no mundo, a música será interrompida e apenas as músicas originais tocarão.
Review/Minha experiência com o jogo
Em 2012 descobri a existência de Minecraft, pois foi a época em que o jogo ganhou uma certa atenção da mídia. A partir deste ano até 2013, tive a oportunidade de jogar a versão PC, porém crackeada.
Fui convidado para jogar em um mundo de um amigo. Porém não estávamos sós: Através do Hamachi, mais dois amigos se juntaram e, assim, começamos a construir um super castelo e um complexo subterrâneo, além de pixel arts e diversas arenas de desafios.
O tempo passou, e devido à pouca disponibilidade dos meus amigos e problemas de internet com alguns deles, o mundo ficou abandonado.
Em 2014, esse mesmo amigo que me convidou para seu mundo no PC acabou me convidando novamente, porém no PlayStation 3. Devido aos nossos horários nunca coincidirem, decidi aprender a jogar sozinho, e foi aí que o jogo se tornou um vício.
Eu já sabia como os modos funcionavam, e como no PC eu simplesmente não conseguia sobreviver (obviamente no modo Survival), decidi me desafiar no console. Mesmo com uma dificuldade baixa, eu estava achando divertido toda a liberdade dada para construir, destruir, matar... Foi algo totalmente fora do padrão dos jogos que havia jogado até então.
Durante um tempo, fiquei construindo meu próprio mundo. Nunca pedi ajuda a nenhum amigo que entrava, e pelo contrário, eu dava a total liberdade de construir o que quisesse utilizando os recursos que havia reservado para dividir.
Até hoje não sei por que motivo nenhum desses meus amigos quis fazer o que eu falei para fazerem: Serem livres. Todos ficavam me seguindo em todo canto que eu ia, e mesmo sendo incômodo, ajudavam em algumas horas quebrando blocos e iluminando caminhos. De qualquer forma, toda a parte de construção foi feita por mim.
Para dar um toque de motivação, coloquei diversas músicas de bandas que gosto no HD do meu PS3. Montei playlists diversas para vários estados de humor, e isso me prendia ainda mais ao jogo. Cheguei a recusar convites para outros jogos para, simplesmente, quebrar blocos e levantar um reino.
Porém eu sempre deixei a opção de modo Online habilitada, e toda vez que alguém entrava no meu mundo, eu não sabia se me sentia feliz por ter um parceiro pra alguma coisa, ou se ficava irritado pelo fato da música ter parado.
A platina, depois de todo o trabalho organizando o mundo por meses, foi rápida. Eu senti que mais ajudei os outros a conquistarem suas próprias platinas, mas isso não importava: Eu estava orgulhoso de toda a criatividade colocada nas construções.
Minha nota para o jogo é 9,5/10.
O motivo de não ter ganho meu 10 foi pela existência de diversos bugs. Alguns envolvem blocos, outros envolvem spawns de monstros e animais (principalmente o cavalo), e há também o fator da física bizarra: Desde quando um bloco (tipo de árvore/madeira) pode flutuar?
Tirando isso, não me incomodo com os gráficos serem pixel-like ou o jogo ser destinado ao público infantil. Minecraft é um jogo de passatempo, e um espaço onde posso colocar toda minha criatividade de forma livre e prática, enquanto ouço minhas músicas favoritas e mato alguns monstros estranhos.
Eu recomendo, em especial, para quem gosta do ramo artístico. A criação de construções ou pixel-arts é um exercício para qualquer um que goste de pensar em detalhes.








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